Biolokos

Em Outubro de 2001 um grupo de "crianças" do secundário foi praxado na FCUL. Em Janeiro de 2005 surge o Blogspot desta geração de Biólogos que, certamente, conquistará o mundo. Este é o nosso diário.

janeiro 14, 2005

5 razões para não ser do grupo do Max

Já lá vão 4 seminários (Bacteriologia, Procariotas, Mic Mol e Eucariotas) em que faço grupo com o Max. Tudo bem, o monhé é competente e trabalhador, mas há 5 grandes razões para evitar trabalhar com o "Maximiliano":

  1. Frases Repetidas. Nos primeiros tempos ele não era assim. Falava normalmente, não dizia frases sem nexo incessantemente. Mas depois vieram os gritos de guerra: "BUFAS FRESQUIIIIINHAS"; "Nunca na viiiiida"; "Muuu... Bufas"; ou ainda o seu Greatest Hit: "Bufas fresquinhas, escaldantes quentinhas, que roçam no esfíncter anal, provocam hemorróidas, ardem mas não faz mal...". Agora imaginem o que é passar várias horas por dia, vários dias por semana e várias semanas por semestre a gramar com isto a toda a hora.
  2. Incontinência Gasosa. Não queria aprofundar muito este ponto porque as memórias que tenho dele são em tudo semelhantes às de um Veterano do Ultramar: horror, pânico... e azia.
  3. Pontualidade Britânica. O título deste ponto é rasgadamente irónico. Com o tempo de colaboração com o individuo em causa foi-me possivel desenvolver uma formula que permite prever a hora de chegada do dito: HC=HM+1+FA - em que HC é a Hora de Chegada ao local combinado, HM é a hora marcada e FA é um Factor Aleatório que pode tomar quaisquer valores positivos, o que torna esta formula completamente inutil.
  4. Vocabulário Impróprio. É frequente o sujeito utilizar termos como "Soltar a borra" ou "Desenrolar a mangueira" antes de efectuar qualquer género de satisfação das necessidades fisiológicas.
  5. Somatório das 4 razões anteriores. É preciso ter em conta que todas as razões indicadas até agora acontecem simultaneamente.

Espero ter evitado o sofrimento de terceiros num futuro proximo. Vou traduzir este pequeno artigo para inglês e espalhar por Cambridge.

Tenho dito. Mu!

6 Comments:

At 11:13 da tarde, Blogger Echuu Shen-Jon said...

Tendo sido companheiro de trabalho do sujeito em questão na elaboração do relatório da cadeira de Microbiologia Molecular, penso pertencer-me o direito a opinar sobre a matéria aqui presente. Dito isto, resta-me pouco mais a dizer para além de "Apoio, concordo, e também já tinha chegado à mesma fórmula". No entanto, apresenta-se-me agora à memória outro factor, o factor de deslocamento, pelo qual recomendo a total atenção ao percurso a percorrer e obstáculos que nele ocorrem aquando da deslocação na mesma viatura em que circula o sujeito em questão, desde que este esteja devidamente localizado no assento do motorista. Caso não desejem seguir este conselho amigo, espero que rezem pela vossa vida.
A todos um xi-coração, e dois beijinhos repenicados para as meninas.

 
At 1:27 da manhã, Blogger AlexR said...

Eu tb tenho direito a comentar!
Já muitas vezes isto que vou relatar aconteceu, durante a "fazedura" de alguns seminários e relatórios:
Eu digo: "Põe um acento nessa palavra". O Veliça responde: "Mas sem acento não se precebe à mesma??". E o Max opina: "É como voces quiserem. Eu nao digo nada."
E ele fica na sua, sem nada dizer...

É que assim nao da pra trabalhar!!! Max: és gay!

 
At 1:47 da manhã, Blogger Echuu Shen-Jon said...

É "percebe".

 
At 1:57 da manhã, Blogger AlexR said...

Por acaso tive uns segundos duvida em por percebe ou precebe. Troco sempre estas cenas...
Nunca fui bom a protugues.

 
At 6:32 da tarde, Blogger Pedro said...

Mas não se PREcebe à mesma? Bah...

 
At 9:22 da tarde, Blogger Echuu Shen-Jon said...

Não era para escrever bem? "Tão prontos!"

 

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