Biolokos

Em Outubro de 2001 um grupo de "crianças" do secundário foi praxado na FCUL. Em Janeiro de 2005 surge o Blogspot desta geração de Biólogos que, certamente, conquistará o mundo. Este é o nosso diário.

abril 25, 2005

Immortality

A imortalidade parece que é distrbuida de forma aleatória. A senhora na fotografia acima, uma afro-americana de Baltimore (EUA), chamava-se Henrietta Lacks. Em 1951 foi-lhe diagnosticado um cancro cervical. Viria a morrer 8 meses depois. É quase certo que estes ultimos meses de vida foram agoniantes para Henrietta. A sensação de abandonar precocemente a vida aos 30 anos, sem ter tido oportunidade de ver tudo à sua volta evoluir não terá sido a melhor da sua curta vida.
No entanto, uma estranha forma de imortalidade foi-lhe assegurada. A amostra de células cervicais que foi utilizada para diagnosticar o seu carrasco cancerígeno foi cultivada em meio de cultura e passada para a comunidade científica. As suas células sobreviviam e multiplicavam-se tão bem neste meio que passado algum tempo já estavam a ser enviadas para laboratórios em todo o mundo. A estas células, que se viriam a tornar tão importantes nos conhecimentos de genética humana, biologia molecular, virologia e tantas outras àreas, deu-se a designação HeLa, em homenagem à sua "mãe" Henrietta Lacks.
Sem saber, Henrietta chega aos dias de hoje espalhada por todo o mundo, garantindo as descobertas científicas de amanhã.
Os imortais não vivem só nos livros.

Red wine and sleeping pills

Help me get back to your arms

Cheap sex and sad films

Help me get back where I belong

I think you're crazy, maybe

I think you're crazy, maybe

Stop sending letters

Letters always get burned

It's not like the movies

They fed us on little white lies

I think you're crazy, maybe

I think you're crazy, maybe

I will see you in the next life

abril 21, 2005

A x B x C = X

A new car built by my company leaves somewhere traveling at 60 mph. The rear differential locks up. The car crashes and burns with everyone trapped inside.
Now: should we initiate a recall?
Take the number of vehicles in the field, A, multiply by the probable rate of failure, B, multiply by the average out-of-court settlement, C. A times B times C equals X. If X is less than the cost of a recall, we don't do one.
Are there a lot of these kinds of accidents?
You wouldn't believe.
Which car company do you work for?
A major one.

abril 18, 2005

O Malabarismo do Enrabador

Proponho-vos agora uma metáfora. É costume, quando se apresenta este tipo de raciocínios pedagógicos, começar pela crua verdade e depois propor uma metáfora, demonstrando os paralelismos de uma forma sábia. Eu vou fazer ao contrário, começando pela própria metáfora.
Imaginem que está um homem, com um ar tosco e de sobrancelhas unidas, de quatro, nú, em cima de uma cama. Este homem está a ser enrabado (penetrado analmente, para quem gosta de termos científicos) por um outro. O segundo homem está nu da cintura para baixo e acima desta está vestido como um executivo, com fato, gravata e todos os apetrechos que tipificam a classe. Este segundo homem está simultaneamente a fazer malabarismos com aqueles pinos que os artistas do circo (e frequentadores da festa do Avante) usam e dispõe um amplo sorriso amarelo na direcção do enrabado. O violado tenta, em esforço, observar o malabarismo de fraca qualidade que mal consegue ver, dada a posição incómoda em que está. E observa o malabarismo maravilhado, sem se importar com a penetração que decorre paralelamente na sua região anal.

O cenário é bruto e humilhante. Agora a crua realidade.
O homem enrabado representa os portugueses, ou pelo menos uma parte significativa desta população latina. O violador representa os clubes de futebol portugueses: o malabarismo fraco que pratica representa o futebol que se faz por cá e o enrabanço ao povo português metaforiza as constantes fugas aos impostos (o dinheiro de todos, para quem ainda não percebeu o sistema), os estádios pagos a meias (ou mais de meias) com o estado, mas que continuam a custar balúrdios ao cidadão quando este quer adquirir um bilhete ou as constantes transgressões da lei comuns entre os dirigentes dos clubes. O estranho é que o enrabado sente toda esta fricção anal sem lhe dar grande importância. Nem a posição incómoda que tem que suportar o demove daquilo que o hipnotiza. E o que é que o deixa tão mudo? O enrabado está maravilhado com o malabarismo. Por uma razão cultural centenária, o povo português tolera todo o tipo de violações por parte desta entidade em nome do futebol. E mais estranho, são capazes de defender o seu enrabador perante outros enrabados, como se de posições políticas se tratassem. Poucas discussões são mais acesas e “fundamentadas”, entre os portugueses, do que as sobre futebol. O mesmo povo que é capaz de se manifestar contra a compra de um submarino (cuja aplicação prática pode ser discutida, mas ninguém nega que é maior do que um estádio de futebol que se tornou propriedade de uma entidade privada).
O mal desta metáfora é que não representa as pessoas que gostam de ver o malabarismo, mas que são capazes de abdicar deste para assim evitar posições humilhantes. Mas quando a maioria gosta...

Viva o futebol. Abaixo os clubes. Abaixo os fanáticos.

abril 17, 2005

A culpa é dos incentivos!

olé!

Venho prestar a minha solidariedade com os meus amigos benfiquitas e com o jogador nº6 daquele emblema que responde ao nome de Petit (ou entao ao de o "aquele que devia ser ser expulso nos últimos dois jogos e não foi").
Realmente o "Grande Glorioso" está sendo vítima de uma perseguição cruel e injusta por parte dos outros clubes que também lutam pelo almejado título. E não é que tais instituiçoes desportivas andam a "incentivar" com euros os adversários do Benfica, ou seja, as equipas que jogam contra o Benfica são pagas para ganharem ao Benfica
( o disparate que lhes foi pedido) e não é que de facto as equipas "incentivadas" conseguiram fazer com que o "Melhor clube do mundo" perdesse 4 pontos em 6 possiveis ( parece que ja se sabe o s$gr$do para tirar pontos ao Benfica)...

Se bem que, é só uma opinião pessoal minha, quem anda a ser incentivado, é a defesa do Benfica que durante o jogo contra o Rio Ave, ficou a ver as Fuga das galinhas rumo á baliza do Quim e neste último jogo, o Ricardo Rocha fez jus ao nome, e ficou inerte que nem um calhau quando o João Paulo cabeçeou..mas como já disse, é so uma opinião.

É ultrajante, revoltante, querer ganhar ao Benfica! Só mesmo com dinheiro por trás! E o senhor Orelhinhas não querendo ficar a dever nada aos seus rivais, já fez o seu contributo á luta, sendo que para a semana vai jogar contra uma equipa que foi incentivada para perder contra a sua equipa, porque emprestou o Amoreirinha e o Yannick..que se jogarem é mais do que suficiente para a equipa da linha não conseguir pontinhos...

Mas é preciso dar mérito ao Benfica e acho que a Santa Casa de Misericórdia de Lisboa devia convidar o Benfica para membro honorário como" Aquele clube capaz de regenerar equipas que já não ganhavam à tanto tempo e que não se sabia que eram equipas de futebol" transmitindo assim uma réstia de esperança ás restantes equipas da Superliga a que ainda falta defrontar tal clube samaritano! bem haja Benfica!
Ontem a ver o jogo na presença de dois benfiquistas, pareceu-me que a tal fé inabalável na dobradinha está se esmorendo, porque só me diziam " se o sporting ganhar, já não somos campeões", onde está a FÉ BENFIQUISTA????!!!! aquela que vive adormecida no coração de seres que anseiam um dia festejar alguma coisa, se bem que quando o Espedro Esmantorra entra e marca, penso que o Marquês deveria ser possuído por uma onda vermelha, pois mais festejos nesta época não deverão acontecer.. mas só quando o Espedro marca!

Ainda ontem, durante 92 minutos a força de 4milhões de não benfiquistas foi em muito superior à força dos tais falados 6milhões, o que revela que as estatísticas não devem andar muito actualizadas e o Esmantorras só marcou, porque foi na altura em que começou a novela(e o pessoal trocou de canal) e ninguém aguentava ver o desespero dos benquistas, que até fazia dó..
Só pa adiantar que não vale a pena rezar, nem acender velinhas, nem promessas a Nossa Senhora, porque Deus é do meu Porto e o Papa ja está escolhido há muito e chama-se Jorge Nuno V (penta).

Bjokas carlota

abril 11, 2005

Nova Expressão da Moda

Sempre sonhei ser o fundador de uma moda. Muito provavelmente não vou conseguir iniciar uma moda no que respeita a roupa ou penteados (a não ser que os jovens de amanhã encontrem nas entradas de cabelo uma nova fonte de carácter). Vou então tentar lançar uma expressão que espero que se torne cultural e que se me ocorreu aquando de uma outra frase célebre do prof. Rui Gomes numa prática de genética que foi "tenho os mamilos entusmecidos". A frase que quero introduzir é:
"Estou a lactar"
Para que a expressão se torne global e omnipresente é preciso demonstrar algumas aplicações práticas da dita.

"Estou-me lactando para isto tudo" - desprezo.
"Lactava-te até ao tútano" - elogio / flirt.
"Lactarei até que a tetina me doa" - persistência.
"No lactar é que está o ganho" - provérbio paternalista.
"Lacta-se!!" - palavrão.
"Lactando lambada eeeh" - cantar (pronunciar frase ao som da música "Lambada")
"Não me lactes o juízo!" - ameaça / aviso.
"Apanhei a minha mulher a lactar com um afrolusitâno" - decepção.
"O castor lactou a cabeça do Teofilo" - lubrificou.
"Quem lacta assim não é gago" - elogio à lactância de um segundo ou terceiro.

Mais aplicações surgirão naturalmente segundo os desígnios naturais da linguagem.

abril 10, 2005

Silhueta - Quem sou eu?

Já que estamos numa de imagens, proponho tentarem identificar o dono desta silhueta? Será preciso o trabalho de uma vida de um agente da Interpol para conseguir ter sucesso nesta missão que vos proponho.


Quem sou eu?

Uma pequena reflexão

Nos meus tempos livres em vez de ir conhecer Lisboa, tonficar os meus glúteos para um ginásio, melhorar o meu performance social, descobrir novas aptidões eu gosto é de passear pelo Google. Gosto de procurar por qualquer coisa que me lembre e ver o que é que aparece. Numa pesquisa recente encontrei uma fotografia do nosso ex-primeiro ministro e provável futuro presidente da républica.


Como sempre fui bom nas associações de caras e dou uns toques no Paint, rapidamente desmistifiquei a verdadeira identidade deste senhor. Nada mais nada menos que o Conde Aníbal Cavaco Sílvula - o sadístico tirano que aterrorizou a pequena povoação algarvia de Boliqueime e mais tarde todo o condade Portucalense.


Podem agradecer-me.

abril 03, 2005

Podia acontecer contigo

Da próxima vez que acharem que a vida vos está a correr mal e que são pessoas cheias de problemas, liguem o computador, abram o vosso browser, venham a este blogspot e vejam a foto deste fulano, que está em exposição num museu alemão:


"Desculpe, não pode tirar a carta de condução"

"Porquê?"

"Porque o senhor não tem percepção de profundidade"